Como foi a gamescom latam 2026?

A gamescom latam 2026 mostrou, mais uma vez, que o evento está amadurecendo rápido no Brasil. Estive presente no sábado — tradicionalmente o dia mais cheio — e, mesmo com o fluxo intenso de público, a experiência foi positiva, equilibrando bem grandes atrações, testes de jogos e oportunidades de contato direto com a indústria.
Mais do que uma cobertura, foi um dia que misturou curiosidade, expectativa e aquele sentimento clássico de quem acompanha games de perto há anos.
Começando pelo mais disputado: Phantom Blade 0
Cheguei por volta das 10h e fui direto ao ponto: o estande de Phantom Blade 0. E isso fez total diferença.
Antes mesmo da abertura oficial, já havia fila formada por criadores e imprensa — o que já dava um indicativo do interesse em torno do jogo. A proposta da demo era simples: até 1 hora para concluir o conteúdo, enfrentando três chefes principais.
E aqui vai direto ao ponto: foi o melhor estande da feira pra mim. Não atoa, tirei essa foto 👇

O jogo impressiona. A ambientação tem uma pegada que lembra bastante Nioh, mais densa e estilizada, enquanto a jogabilidade puxa para algo mais ágil, quase na linha de Devil May Cry. Combate rápido, preciso e com impacto — aquele tipo de gameplay que te prende sem precisar de muito tempo.

Consegui finalizar a demo dentro do limite e ainda garanti um broche exclusivo. Pode parecer detalhe, mas esse tipo de recompensa fecha bem a experiência.
Novo LEGO Batman
Depois disso, passei pelo estande do novo LEGO Batman, que também estava bem movimentado.
Saí de lá com um pôster e uma sacochila personalizada — e com uma boa impressão do jogo. Visualmente bonito, rodando de forma fluida e com um sistema de combate que lembra bastante a estrutura dos jogos da franquia Arkham.

Não tenta reinventar a roda, mas também não precisa. Funciona bem dentro da proposta e deve agradar principalmente quem já curte esse estilo mais acessível, mas ainda assim dinâmico.
Desempenho na prática no estande da NVIDIA
Um dos momentos mais interessantes foi revisitar Phantom Blade 0 no estande da NVIDIA, dessa vez com DLSS ativo.
E aqui é aquele tipo de coisa que muita gente discute na teoria, mas quando você pega no controle, entende de verdade. O ganho de performance é perceptível, especialmente em momentos mais intensos. FPS mais estável, experiência mais fluida — não é sutil.
De quebra, ainda peguei uma pulseira da NVIDIA e um pôster de Resident Evil Requiem.
Meet & Greet eficiente e organizado
Se tem algo que eventos como a gamescom entregam de forma única, é o contato direto com quem faz a indústria acontecer.
Conheci Mikael Kasurinen, diretor de Alan Wake e Control, que estava promovendo Control: Resonant. Foi uma conversa rápida, mas muito positiva. Ele foi extremamente acessível, autografou um pôster e ainda entregou um broche da FBC. Esse tipo de interação aproxima muito mais do que qualquer anúncio.

Também tive a chance de encontrar David Wise, um nome histórico da indústria, responsável por trilhas icônicas como as de Donkey Kong Country. Muito simpático, receptivo e claramente alguém que entende o impacto do próprio trabalho nos fãs.

E talvez um dos encontros mais leves do dia tenha sido com Maxence Cazorla, de Clair Obscur: Expedition 33. Muito carismático, próximo do público e com uma energia bem espontânea.

Como foi a gamescom latam 2026?
Sim, o evento estava cheio, era esperado. Mas não estava caótico.
As filas existiam, principalmente nos estandes maiores (como Nintendo e outros gigantes), mas a organização no geral funcionou bem. Os espaços estavam bem distribuídos, as ativações faziam sentido e dava pra circular sem aquela sensação de “evento travado”.
Outro ponto que vale destacar: a quantidade de gente da indústria presente. Entre um estande e outro, acabei encontrando amigos, parceiros da imprensa e fazendo novos contatos.

Ainda existem ajustes naturais de um evento em crescimento, mas a evolução é visível, seja na qualidade dos estandes, na presença de nomes relevantes ou na forma como o público interage com tudo isso.
Saio dessa edição com uma impressão positiva, boas experiências na bagagem e aquela expectativa natural de ver até onde o evento pode chegar nos próximos anos.
E, pessoalmente, fica também aquela sensação boa de ter passado um dia inteiro vivendo o que a gente acompanha o ano todo, só que dessa vez, de perto. Já ansioso para a edição de 2027!
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